“Love, Simon” traz uma nova perspectiva sobre a adolescência: dessa vez pelo olhar de um garoto gay

“Love, Simon” apresenta um garoto que esconde de todos sua sexualidade, ao mesmo tempo em que se apaixona por um menino pela internet sem saber sua real identidade.

Filmes adolescentes tendem a se repetir, geralmente, apresentando um garoto ou uma garota com problemas em casa e em conflito com alguma paixão de colegial. “Love, Simon”, não chega a romper totalmente com esse cenário, mas traz ao menos uma perspectiva diferente para o gênero: dessa vez, pelo olhar de um garoto gay.

Ontem (16), a 20th Century Fox lançou o segundo trailer para o longa, aprofundando um pouco mais os dilemas vividos pelo protagonista, interpretado por Nick Robinson (“Jurassic World”). O menino vive uma vida muito comum a de qualquer outra pessoa de sua idade: vai à escola, estuda, tem amigos e vai a festas com eles. Contudo, a sua orientação sexual é mantida em segredo de todos, inclusive de seus pais Emily (Jennifer Garner) e Jack (Josh Duhamel).

A adolescência é uma etapa da vida complicada, cheia de confusões e de auto-descoberta, mas cuja experiência pode ser ainda mais difícil quando não se é heterossexual e/ou cisgênero. E “Love, Simon” parece querer explorar esses conflitos com bom-humor e romance.

E se não bastasse a orientação sexual de Simon ser guardada a sete chaves, ele ainda se apaixona por um menino pela internet, cuja identidade é misteriosa. O que se sabe dele, é que ele estuda na mesma escola do garoto.

Mas para sorte do nosso protagonista, ele tem bons amigos para ajudarem-no a tornar a adolescência e sua vida mais fáceis. Dentre eles está Leah (Katherine Langford), que está ao seu lado para tudo – inclusive depois de uma noite de bebedeira.

“Love, Simon” é dirigido por Greg Berlanti, o qual escreveu roteiros para as séries “Supergirl”, “Flash” e “Lendas do Amanhã”. A obra cinematográfica é uma adaptação do livro “Simon vs. the Homo Sapiens Agenda”, da escritora Becky Albertalli.

O filme deve chegar aos cinemas brasileiros em março deste ano.