Kendall Jenner veste-se de sufragista para incentivar meninas a votar

Kendall Jenner veste-se de sufragista para incentivar meninas a votar

Em 1983, a Nova Zelândia foi o primeiro país a permitir o direito das mulheres ao voto. Os Estados Unidos só permitiram esse direito a elas em 1920; precedidos pelo Reino Unido, em 1918. As mulheres brasileiras só veriam isso acontecer em 1932.

A conquista, claro, não veio sem muita luta e será retratada no filme “Suffragette”, estrelado por Carey Mulligan, Helena Bonham Carter e Meryl Streep, que dão vida às sufragistas inglesas que arriscaram suas vidas para que todas as mulheres tivessem o direito ao voto. O primeiro clipe do longa foi lançado em abril deste ano, a fim de incentivar jovens mulheres a registrarem-se para votar no Reino Unido.

Essa importante conquista também é lembrada na campanha do Independent Journal, em parceria com a ONG Rock The Vote, uma organização que procura incentivar jovens a irem às urnas. Num vídeo divulgado hoje, Kendall Jenner, filha de Caitlyn Jenner, e irmã de Kim Kardashian, veste-se como uma sufragista, a fim de fazer com que jovens dos Estados Unidos, especialmente meninas, votem no chamado Election Day, quando a população americana escolhe seus representantes, em várias esferas políticas. No país, o voto não é obrigatório.

“Nós votamos todos os dias. Somos capazes de expressar nossas opiniões online com curtidas e hashtags”, diz Kendall. “Mas quando se trata do direito ao voto, nem sempre foi fácil, especialmente para mulheres”. Ela então lembra a luta das sufragistas. “Em 1869, Susan B. Anthony and Elizabeth Cady Stanton deram início à Associação Nacional pelo Sufrágio Feminino. As sufragistas levaram a luta a todo o país, fazendo campanhas estado por estado, para que as mulheres pudessem votar”.

Em junho de 1919, a 19ª emenda, que garantia esse direito às mulheres foi aprovada no Congresso e ratificada em agosto de 1920. “Por causa das sufragistas e de suas lutas, o gênero não importa, mas seu voto sim”.

Confira o vídeo abaixo, que traz Kendall como uma sufragista do século 19 até trocar para roupas atuais, como uma forma de lembrete: o direito de hoje não veio sem muitas batalhas travadas no passado.

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