The old Darren Criss can’t come to the phone right now… Porque agora ele é um assassino em “Versace: American Crime Story”

15. novembro 2017 Televisão 0
The old Darren Criss can’t come to the phone right now… Porque agora ele é um assassino em “Versace: American Crime Story”

Nós aprendemos a amar Darren Criss no seriado “Glee”, quando ele interpretava o doce Blaine Anderson. O personagem tinha carisma, charme, era fofo e, acima de tudo, formava um belo casal com Kurt Hummel (Chris Colfer).

Mas se era essa a imagem que você tinha do ator, prepare-se para vê-lo demonstrar sangue frio em “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”, no qual ele vive Andrew Cunanan, o assassino de um dos mais conhecidos estilistas do mundo.

Uma prévia de pouco mais de um minuto foi postada pelo canal FX nas redes sociais na última noite, e traz Penélope Cruz como Donatella Versace, irmã do italiano Gianni Versace (Édgar Ramirez), além de um ensaguentado Ricky Martin, que dá vida a Antonio D’Amico, então namorado do estilista.

O trailer já começa com a morte de Gianni na frente de sua casa, em Miami, para depois trazer imagens de Cunanan sendo procurado pela polícia pelo assassinato de outros homens, além de uma Donatella devastada, porém, decidida a não permitir que o legado de seu irmão desapareça.

Mesmo se tratando de uma história conhecida, temos uma boa dose de mistério, deixando a gente curioso para a estreia em janeiro.

Gianni Versace foi morto em 1997, aos 50 anos, em frente à sua casa, em Miami. Andrew Cunanan, um rapaz de origens filipinas, foi quem o assassinou, o qual já havia matado outros homens anteriormente. Ele era procurado pela polícia americana, que investigava a morte de outras quatro vítimas dele. Depois da morte de Versace, a busca por seu paradeiro foi intensificada, e ele foi encontrado em uma casa, mas tirou sua própria vida antes de ser pego pela polícia. Os motivos que o levaram a matar nunca foram esclarecidos.

Para Darren Criss, essa mudança radical entre personagens foi uma coisa boa em sua carreira. Segundo o próprio ator contou à revista Harpers Bazaar, a possibilidade de interpretar alguém tão complexo foi um “desafio maravilhoso”.

“Andrew tinha personalidades diferentes para pessoas diferentes. Para mim, isso torna o trabalho mais fácil: nós o vemos no seu melhor, no pior, nós o vemos com seu charme e nós o vemos muito ferido”, disse o artista para a publicação. “Tem sido um dos personagens mais excitantes com quem eu pude passar meu tempo, porque ele está em todos os lugares e é capaz de fazer coisas brilhantes. Meu objetivo é fazer as pessoas exercitarem seu senso de empatia, pois logo no começo, sabemos que ele é capaz de algo terrível. Tem sido um desafio maravilhoso encontrar a maior quantidade possível de humanidade”.

Vale acrescentar que Andrew Cunanan vinha de uma família de origens filipinas, e tinha traços asiáticos, o que Darren Criss não tem, apesar de também descender de filipinos (a mãe dele nasceu no país). Isso deixa uma reflexão sobre o apagamento de minorias étnicas em Hollywood. Embora seja um ótimo ator, seria ele a melhor escolha para o papel?

Essa é uma dúvida válida, que talvez desperte discussões na internet até a estreia de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”, que acontece no dia 17 de janeiro. Vamos acompanhando o que sai até lá!


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