Playboy recria suas capas para provar que beleza e sensualidade não têm idade para acabar

Playboy recria suas capas para provar que beleza e sensualidade não têm idade para acabar

Eu sei. Quando se trata de objetificação feminina, talvez o primeiro exemplo que lhe venha à cabeça é a revista Playboy, que por anos trouxe mulheres (brancas, na maioria das vezes, e magras) nuas em suas páginas. Em 2016, a publicação decidiu banir a nudez, mas voltou atrás na decisão no começo deste ano, afirmando que ela “nunca foi o problema”.

Porém, fato é que a Playboy nos últimos tempos tem diversificado mais nas escolhas de suas capas e modelos, apresentando uma mulher muçulmana e uma gorda em suas edições. Pequenos, mas significativos passos. E um dos mais recentes esforços nesse caminho foi convidar mulheres que já posaram para a a revista para refazer as capas, a fim de mostrar que beleza e sensualidade não têm prazo de validade.

“No espírito de celebrar as mulheres que fizeram a Playboy o que ela é – uma celebração exuberante de beleza, sexo e a beleza do sexo – nós convidamos sete modelos, de diferentes anos, para voltar e recriarem suas icônicas capas. No processo, elas nos lembraram que a beleza não tem idade, que o sex appeal é atemporal e a exuberância é eterna”, diz a publicação.

Participaram do ensaio: Kimberly Conrad Hefner, Charlotte Kemp, Cathy St. George, Monique St. Pierre, Reneé Tenison (a primeira negra a ser ‘coelhinha do ano’, em 1990), Candance Collins e Lisa Matthews.

Independente do sentimento que você tenha em relação à revista, é preciso reconhecer que as fotos estão lindas.  E fica aqui o pedido para que a mídia mude a forma como enxerga mulheres mais velhas, e mostre como a diversidade (de gênero, raça e idade) merece ser mais destacada.

Kimberly Conrad Hefner:

Charlotte Kemp:

Cathy St. George:Monique St. Pierre:

Reneé Tenison:

“Quando eu fiz a Playboy, houve um pouco de controvérsia, porque eu era a primeira ‘coelhinha do ano’ negra, e algumas mulheres disseram que eu estava sendo objetificada. Mas eu disse: ‘bem, se você é a favor de escolhas, eu não deveria ter o direito de escolher o que eu quero fazer?’ Se eu quero posar nua, eu deveria poder posar nua”, disse Reneé.

Candance Collins:

“Agora eu sei o quão especiais esses ensaios foram e sinto que tive muita, muita sorte em estar uma sororidade única”, afirmou Candance.

Lisa Matthews:

Leia mais no site da Playboy.


1 thought on “Playboy recria suas capas para provar que beleza e sensualidade não têm idade para acabar”

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    Achei a iniciativa bacana porque realmente dificilmente vemos a beleza madura sendo retratada na mídia. Só não curti tanto o tratamento das imagens… Ficou muito artificial. Podiam ter pegado leve no photoshop.

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