O doodle do Google homenageia 13 grandes mulheres neste 8 de março

O doodle do Google homenageia 13 grandes mulheres neste 8 de março

Nesta semana da mulher, de 1º a 8 de março, portais nerds feministas se juntaram em uma ação coletiva para discutir de temas pertinentes à data e à cultura pop, trazendo análises, resenhas, entrevistas e críticas que tragam novas e instigantes reflexões e visões. São eles: Collant Sem Decote, Delirium Nerd, Ideias em Roxo, Momentum Saga, Nó de Oito , Preta, Nerd & Burning HellPsicologia&CulturaPop, Valkirias, Séries Elas Por Elas, Valkírias, Ideias em RoxoKaol Porfírio.

Hoje, 8 de março, é Dia Internacional das Mulheres e, como de costume o Google preparou um doodle especial para a data. O doodle, para quem não está familiarizado com o termo em inglês, é aquela animação na página principal do gigante de buscas na internet.

Para a data, foram selecionadas 13 mulheres, sendo algumas delas as primeiras a realizar feitos seus países e em suas respectivas áreas de atuação.

“Nós decidimos olhar para o passado e celebrar algumas das pioneiras que abriram caminho para onde estamos hoje”, disse o Google em seu site. “Nosso slideshow destaca uma pequena garota, cuja avó conta a ela a melhor história de todas: o conto de sua heroína histórica favorita. A garotinha, então, visita 13 mulheres notáveis em sua imaginação, levando-nos em uma jornada por séculos e pelo mundo”.

As mulheres escolhidas foram:

  • Ida Wells, uma jornalista americana nascida em 1862. Ela também era sufragista a ativista pelos direito civis.
  • Lotfia El Nadi, a primeira piloto egípcia. Nascida em 1907, ela conseguiu sua licença para pilotar em 1933, aos 26 anos.
  • Frida Khalo, pintora mexicana e ativista. Além de artista, ela lutou por justiça para mulheres, latinos e trabalhadores.
  • Lina Bo Bardi, arquiteta brasileira nascida na Itália. Pioneira na arquitetura modernista, é dela o Museu de Arte de São Paulo, o MASP, localizado na Avenida Paulista.
  • Olga  Skorokhodova, cientista e pesquisadora  surda e e cega, nascida na Ucrânia, em 1914. Durante toda sua vida, dedicou-se a trabalhos em relação à comunicação de pessoas com deficiências visuais e auditivas.
  • Miriam Makeba, cantora sul-africana, ela também foi defensora dos direitos civis. Apenas 18 dias depois de nascer, Makeba foi para a prisão junto de sua mãe. Viveu com a avó em seguida e, na década de 50, tornou-se uma música conhecida em seu país.
  • Sally Ride, foi uma astronauta e a primeira mulher a ir para o espaço. Física e escritora, ela também trabalhava para motivar crianças a seguir carreira na ciência e tecnologia.
  • Halet Çambel, arqueóloga turca, ela foi a primeira mulher muçulmana a competir nas Olimpíadas, em um feito realizado em 1936.
  • Ada Lovelace, matemática inglesa, escritora e a primeira programadora de computadores. Foi ela quem escreveu o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina
  • Rukmini Devi, dançarina indiana e coreógrafa. É creditado a ela o renascimento da dança indiana clássica. A Bharata Natyam é um estilo de dança que havia quase desaparecido, quando Rukmini a trouxe de volta para os holofotes.
  • Cecilia Grierson, física, reformista e a primeira mulher médica argentina. Na época em que nasceu e cresceu, a educação não era algo encorajado para meninas. Mas isso não a impediu de seguir em frente, mesmo com muitos obstáculos. Ela lutou, também, por direitos humanos, como o direito ao voto feminino e o fim da escravidão.
  • Lee Tai-young, advogada e ativista, foi a primeira mulher coreana a ser advogada e juíza. Ela fundou o primeiro centro de apoio jurídico e revisou as leis de seu país, especialmente aquelas relacionadas às mulheres e ao casamento, possibilitando que as mulheres pudessem defender seus próprios direitos.
  • Suzanne Lenglen, tenista francesa que popularizou o esporte. Ela começou a praticá-lo em 1910 e, depois de 5 anos, foi a campeã mais jovem da modalidade esportiva, tornando também o tênis mais acessível a outras pessoas.

“Embora algumas dessas mulheres mostradas hoje não sejam nomes muito conhecidos, cada uma delas deixou sua marca de alguma maneira. Elas perseguiram uma variedade de profissões e paixões, e foram de muitas origens e países. Na verdade, todas essas mulheres já foram destacadas em doodles individuais antes, mas a maioria em seus países de origem. Por isso, hoje queremos aproveitar a oportunidade para dividir suas histórias com todos”, concluiu o Google.

Para saber mais sobre cada uma dessas mulheres, clique aqui, ou assista ao vídeo abaixo.


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