Os momentos mais especiais da carreira de Britney Spears, de acordo com seus fãs

02. dezembro 2016 POP 0
Os momentos mais especiais da carreira de Britney Spears, de acordo com seus fãs

Hoje é aniversário de uma das figuras mais icônicas da música pop: Britney Spears completa 35 anos neste 2 de dezembro, com uma das carreiras mais longínquas e bem-sucedidas de seu meio.

Desde o lançamento de seu primeiro disco, “…Baby One More Time”, em 1998, até seu mais recente trabalho, “Glory”, liberado em agosto deste ano, a princesinha do pop rodou o mundo com suas músicas, quebrou recordes, vendeu milhões de álbuns e singles; mas também caiu, e viu sua vida ser explorada pela mídia, a qual não economizou esforços para persegui-la por onde fosse.

Há quase 10 anos, nós não sabíamos se Britney sobreviveria a um dos períodos mais tristes e assustadores de toda sua trajetória, quando raspou seus cabelos, perdeu a guarda dos filhos, e teve sua sua vida pessoal exposta e vendida para as revistas de fofocas.

Os fãs, contudo, permaneceram ao seu lado, e viram Britney ir da queda à sua escalada de volta ao topo, da catastrófica apresentação no VMA 2007 até a redenção nos palcos do Billboard Music Awards e VMA, realizados em 2016.

Eles nunca deixaram de amá-la e de torcer por sua recuperação e, para homenageá-la no dia de hoje, fui atrás dos fãs da cantora, para que eles compartilhassem histórias e quais momentos são os mais especiais para cada um deles em todos esses anos. A ideia inicial era de que 35 pessoas enviassem relatos, mas como recebi mais do que isso, decidi que replicaria todos eles aqui. Obrigado a todos que participaram!*

(*alguns depoimentos foram encurtados por conta de espaço e clareza)

E vale dizer: a voz de “Toxic” tem os fãs mais amorosos do mundo. Feliz aniversário, Brit!

Regis Galldino:

O momento mais marcante, para mim, foi quando, em 2000, pedi o CD “Oops!… I Did It Again” de presente de Natal, e meu pai ficou furioso e disse pra eu ‘virar homem’. Fiquei na deprê por dias. Chateado, me assumi de vez, e na noite de Natal, ele se vestiu de astronauta (igual no clipe de “Oops!”), pediu perdão pelo preconceito. Desde então esse é meu CD favorito. Isso foi real! Juro por Deus! Mais especial que isso na minha vida não tem.

Fernando Bento:

Sou fã da Britney desde a metade da era “In the Zone”, mais ou menos. Mal tinha me apaixonado pela princesa do pop, e tive de vê-la enfrentar o seu pior pesadelo. Britney me ajudou em vários momentos ruins da minha vida, fazendo o que faz de melhor: fazendo-me viajar para bem longe com suas músicas. Longe dos problemas. Em um lugar onde eu posso ser eu mesmo e me tornar mais forte pra seguir em frente. E mesmo me ajudando tanto, eu sentia que não podia fazer muito por ela naquele momento, e isso me fazia muito mal. Eu amava alguém que estava sofrendo e tendo seu sofrimento explorado em troca de audiência.

Eu escolhi a apresentação de “Womanizer”, no Bambi Awards, em 2008, como um momento que me marcou muito durante toda sua carreira, pois foi a primeira vez que Britney enfrentaria o palco, o público e a mídia novamente depois de tudo o que viveu. Mesmo depois de viver os anos de sonho americano, mesmo depois de ter vivido um caos em sua vida pessoal e ter sido exposta, ela provou que podia fazer de novo. E fez! E melhor: ainda faz! Aquele sorriso nervoso que ela dá no final da performance que eu escolhi, expressa um “ufa! Consegui!”, e é, com certeza, o meu maior presente de todos! Te amo hoje e sempre, Brit! <3

Ali Prando:

A “Era Blackout”. Britney Spears sempre esteve aqui nos dando o seu melhor, desde criança. Ela é um ícone pop tão importante, que não se pode entender os millenials sem tê-la observado, e nós o fizemos. Às vezes, de uma maneira selvagem, a ponto de marcá-la e feri-la para sempre – isso aparece explicitamente em seus discos e videoclipes (vide “Piece of Me” ou “If You Seek Amy”).

Durante “Blackout”, foi quando Britney se mostrou mais vulnerável e subverteu toda a cultura de princesa pop norte-americana perfeita. Verdade que talvez tenha sido uma de suas épocas mais infelizes pessoalmente, no entanto, é uma era importante para que pensemos no fascínio que a nossa cultura têm em relação a simbolizar e explorar mulheres, sejam como símbolos sexuais ou de pureza. Foi nessa era, também, que Britney Spears não se comportou da maneira que era esperada pelos códigos sociais – raspou a cabeça, saiu por aí sem calcinha, roubou isqueiros de lojas de conveniência, cometeu desobediência civil e se permitiu performar sem todo o glamour fake da indústria pop. “Gimme More” é Britney em seu estágio de mais profunda rebeldia frágil.

Guilherme Popolin:

Um dos momentos da carreira da rainha do mundo, aka Britney Spears, que mais me marcou foi o lançamento do clipe de “Womanizer” no Fantástico, da Rede Globo. Na época, eu não tinha internet banda larga, então não recebia muitas informações sobre ela. Eu não lembro nem de ter ouvido a música antes do lançamento do clipe. Eu sabia que ela havia se recuperado, que estava voltando com um novo trabalho, mas não tinha informações concretas. As últimas lembranças marcantes que eu tinha antes de “Womanizer” eram dela entrando na ambulância, depois careca, algo que foi muito triste. Entre 2007 e 2008, eu tinha muito medo de perdê-la; as imagens dela na ambulância, seguida por um helicóptero, são terríveis.

Eis que ela volta com uma música arrasadora e com um clipe divino. Eu fiquei embasbacado, de queixo caído e muito orgulhoso quando vi as cenas dela na sauna, seminua, no clipe de “Womanizer”. Ali eu senti que ela tinha voltado e que estava bem. Foi uma mistura de alegria e muito alívio. Quase explodi em orgulho.

Leonardo Begnini:

Acho que o que mais é marcante, na minha opinião, é o fato da mídia persegui-la tanto, a ponto de deixá-la no limite, fazendo ela perder a privacidade, ser impedida de ter uma vida. Além disso, eles continuaram a atacá-la, mesmo após ela estar debilitada. Só que, o que mais me chama mais atenção nisso tudo, é o fato de ela ter se reerguido, mostrado que todo mundo pode passar por momentos frágeis, porém, todo mundo consegue sair deles se quiser. Ela é um exemplo de que sempre podemos dar a volta por cima.

William Cordeiro:

Muitos dias são inesquecíveis na memória de um fã da Britney Spears. Lançamento de álbuns, singles, clipes, performances televisionadas, shows… Mas não tem como esquecer o dia em que foi noticiado que ela havia conseguido recuperar a guarda dos filhos. Ela, já havendo passado por muito, que muitos de nós até achávamos que não passaria, ali, novamente sendo permitida a desempenhar o papel que ela provavelmente mais ama: o de mãe. Sempre uma performer inesquecível, uma voz marcante e inconfundível, e um sex appeal mundialmente conhecido. Mas apesar de tudo isso, simples, tímida, humana.

Thiago Araújo:

Gosto muito do especial veiculado na ABC, na época do lançamento do “In the Zone”. Foi a primeira apresentação que vi de “Toxic” e me apaixonei. Mas, “Touch of My Hand” e toda a vibe ali foi incrível. Sem dúvida um dos pontos altos da carreira. Após “I’m a Slave 4 U”, foi a primeira vez que a vi performar uma música de forma tão confiante. Eu sou especialmente atraído para letras que falem de algum aspecto do sexo. Eu adoro. E “Touch” tá ali no top 3, ao lado de “Slave” e agora “Change Your Mind”. E claro, nunca mais se viu ela performar um álbum inteiro assim. Não me recordo de todas as músicas terem coreografia.

Leonardo Rocha:

Pode parecer estranho para quem não acompanha de perto a carreira dela que eu escolha a residência em Vegas como momento marcante. Mas, desde as etapas que antecediam a estreia dos shows no Planet Hollywood, podíamos ver uma Britney muito mais animada e focada em mostrar algo de qualidade.

Desde que estreou em 2013, notamos um amadurecimento e uma maior confiança no palco, algo que não vimos na sua ultima turnê, por exemplo [a “Femme Fatale”]. E não há nada melhor para um fã do que ver seu ídolo bem e satisfeito com o que faz. Por isso escolhi esse momento, que tem sido o seu melhor, após seus problemas pessoais.

Diego Serra:

Um dos momentos mais marcantes, pra mim, foi o colapso nervoso que ela sofreu em 2007/2008. Para um fã adolescente, lidar com todos os jornais nacionais veiculando a imagem da Britney como louca, drogada e à beira da morte era devastador. Mas, enfim, tudo ficou bem pra ela novamente, na medida do possível.

Will Rodrigues:

O momento muito especial que tenho até hoje na memória foi o VMA de 2000. Ela fez um medley de “(I Can’t Get No) Satisfaction” e “Oops!… I Did It Again”. Britney estava maravilhosa em todos os sentidos, e começando a se liberar sexualmente, assim como eu. Isso era muito legal, pois eu me identificava com a música e com o momento. Era como se ela fosse uma amiga mais velha me ensinando. Ficava maravilhado quando ela estava lá, dançando, e com as melhores expressões faciais do pop. Simplesmente uma deusa. Até hoje assisto essa apresentação e a considero a melhor.

Laura Borba:

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foto: Laura Borba

Sou fã da Britney desde a era “Baby One More Time”, e vivi todos os momentos gloriosos, icônicos e tristes de sua carreira. O Billboard Music Awards 2016 marcou a volta da princesa para os palcos de premiações, depois de muitos anos sem se apresentar para um público que não fossem os seus fãs e em seus shows/residência. Foi indescritível o orgulho de vê-la novamente em um palco, sua confiança sendo retomada, mesmo estando um pouco nervosa no inicio da apresentação! Pudemos ver aquele fogo no olhar novamente!

Só quem passou por 2007, sendo fã, sabe o quanto ela sofreu nesse período e o quanto ela foi julgada e dita como ‘morta’ por uma mídia inteira, e o quanto sofremos junto com ela nesse momento. Por isso, escolho sua apresentação no Billboard Music Awards 2016 como um momento especial para mim, pois foi a abertura para várias apresentações maravilhosas que vieram depois. Amamos vê-la em cima de um palco, mas não existe maior felicidade e maior gratidão para um fã, do que vê-la sorrindo novamente e, acima de tudo, saber que ela está feliz!

Karina Pawlikiewicz Tanaka:

Para mim, o momento mais marcante da carreira dela foi o VMA de 2007, com toda certeza. Foi ali que ela pode mostrar que, mesmo com todos os problemas, com todos criticando-a e jogando pedras nela, ela é a BRITNEY SPEARS, que é capaz e que tinha força para enfrentar aquele palco e fazer o que ela sabe fazer melhor: arrasar. Mesmo que ela estivesse fora de forma e não estivesse bem, ela foi corajosa o suficiente para subir naquele palco.

Vicente Paulo:

Para mim, um momento muito especial foi a apresentação no BBMA 2016. Eu sou fã desde 2013, então, foi a primeira vez que eu a vi apresentando-se num palco de uma premiação americana, ao vivo. Foi um momento muito especial. Lembro quando começou: eu estava sentado no sofá, vendo aquela destruição na TV, me tremendo toda! Foi um momento muito bom pra mim, ver como ela estava feliz e viva no palco.

Quando eu virei fã da Britney, em 2013, fui num shopping com uns amigos. Nesse dia, eu não tinha planos de comprar nenhum CD, mas nas Lojas Americanas, achei o “Britney Jean”, só que não tinha dinheiro para comprá-lo. Acabei encontrando meu pai lá; ele é evangélico e não gosta de cantoras pop e nem músicas ‘do mundo’, como eles dizem. Pedi a ele para me comprar um CD, ele pediu pra ver, mostrei a ele, que disse que não gostava desse tipo de música mas iria comprar para mim. Fiquei muito feliz! Primeiro CD que ganhei da Britney, o tenho até hoje, e o guardo com muito carinho. (Só ta meio velhinho, mas eu amo).

André Alcantara:

Foto: Andreas Rentz
Foto: Andreas Rentz

Acho que um dos momentos mais marcantes da carreira da Britney, pra mim, foi a performance do Bambi Awards, em 2008… Eu esperei tanto por aquele momento! Depois de toda turbulência que ela viveu em 2007, eu já não tinha tanta esperança que ela voltaria a me transmitir aquela emoção que eu sentia quando mais novo. Eu até esperava um álbum com músicas incríveis, afinal, ela fez seu melhor álbum num dos piores momentos, né? E então, ela veio com “Circus”! E mais do que isso, ela veio com uma agenda de divulgações interessante; uma dela no Bambi Awards, com uma performance de “Womanizer”.

Foi emocionante vê-la no palco de uma premiação de novo, pegando um prêmio e fazendo a performance de um novo single… E com aquela vibe Britney de sempre. A carreira dela é cheia de momentos únicos, mas aquilo, pra mim, foi muito marcante, porque depois de tanto tempo, eu a vi da forma que eu a via antes do colapso.

Elizangela Fernanda Loretti:

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Foto: Elizangela Fernanda Loretti

Fui para Las Vegas com a minha mãe, depois de trabalhar dois anos, em dois, três empregos ao mesmo tempo, e fazer um empréstimo pra conseguir realizar meu sonho. Foi muito especial, por ser o maior sonho da minha vida, e ter minha mãe ao meu lado, vibrando e me apoiando! Fui a terceira [na fila para tirar uma foto com a Britney], se eu não me engano. Essa foi a parte mais surreal, pois temos que nos controlar para não chorar, não gritar, não agarrá-la. Eu meio que congelei, entrei e disse ‘oi’, mas estava tremendo muito. Quando fui dar a mão para ela, a Britney disse ‘oi’, sorriu e me abraçou para a foto. Fiquei muito emocionada, me despedi, e disse que a amava.

Saí, fui para o meu lugar com outros fãs, e durante o show eu não sabia se ria, chorava ou gritava. Cantei muito com um amigo que fiz lá. Parecia um sonho: tudo é lindo e brilhante (inclusive ela). Depois do show, fomos pegar as fotos, e fui encontrar minha mãe, que me aguardava do lado de fora do teatro, já que ela assistiu em outra fileira o show e saiu antes de mim. Quando a encontrei com a foto na mão, foi quando realmente caiu a minha ficha, e desabei a chorar. Até hoje não acredito nisso tudo e me emociono ao falar sobre o assunto! Um dos melhores dias da minha vida, com certezaney.

Nicolle Ramos:

O momento que escolho é o VMA 2008. Depois de tudo o que ela passou, ela deu a volta por cima, mostrou superação, consagração, e consolidou-se como uma lenda viva. Um alívio para mim, que sofri muito naquela época. Ela deu um tapa na cara de quem a julgou. Foi um dia mais que especial para todos os fãs dela.

Maria Olivia Elias:

Acompanho a vida e a carreira da Britney desde 2006, e sofri durante aquela pior fase junto com ela [o ano de 2007]. O meu momento mais especial com a Britoca foi no dia em que fui ao show dela em 2011, e pude ver de pertinho a minha rainha, linda e totalmente recuperada daquela fase ruim! Não sei explicar em palavras a sensação de olhar para o palco e enxergá-la a poucos metros de mim, ali, em carne e osso. Foi um choque tão grande constatar que ela era de verdade, que me vieram aos olhos imediatamente as lágrimas mais espontâneas da minha vida.

Chorei durante as três primeiras músicas inteiras, enquanto todo mundo estava super feliz e pulando. Chorei no fim do show também, porque eu não queria dizer tchau para ela, e nem para aquele momento tão mágico que eu estava vivendo. Foi um dia sofrido, que começou às 8 da manhã na fila, com muito sol queimando o rosto, fome e dores no corpo, mas foi de longe o dia mais feliz da minha vida, e eu o viveria tudo de novo se pudesse.

Éder Garrido:

Foto: Eder Garrido
Foto: Éder Garrido

Dezessete anos depois de ouvir os primeiros acordes de “Baby One More Time” pela primeira vez – e me apaixonar logo de cara pela música e por sua intérprete – lá estava eu, meio desacreditado, na grade do Planet Hollywood com Britney Spears fazendo parte da coreografia de “Work Bitch” na minha frente. Estava luminosa. Não tenho mais idade para obsessões, mas impactos não conhecem faixa etária, e o de vê-la ali, após tanto tempo de admiração a distância, foi um dos maiores que já senti.

Reforçou-o, o fato dela estar cheia de energia, feliz e se divertindo tanto quanto cada um de nós ali presentes. Feliz aniversário, Brit, and thanks for making me ‘smileney’.

Renan Riso:

Britney me inspirou muito quando ela estava se recuperando da turbulência que viveu em 2007. Vê-la voltando a se apresentar era muito emocionante, e eu me sentia muito motivado a realizar meus objetivos também. Na mesma época, eu estava me reeducando e procurando por um estilo de vida mais saudável. “Circus” e “Womanizer” fizeram parte da trilha sonora da minha rotina de treinos para superar a obesidade!

Rafael Bandeira:

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Um dos momentos mais marcantes pra mim foi o comeback dela no Bambi Awards, na era “Circus”! Aquela apresentação simbolizou a volta da Britney nos palcos depois da fase conturbada. Ela estava linda e confiante! É difícil descrever o que sentimos quando estamos esperando Britney entrar no palco, mas lembro-me que estava nervoso e ao mesmo tempo ansioso. Minha preocupação era se ela estava sentindo-se à vontade no palco novamente ou se seria uma apresentação sem emoção.

Quando acabou, fiquei emocionado, por notar que ela estava feliz com o resultado e sentindo-se bem no palco novamente. Os fãs conhecem a maneira de sorrir dela, e a partir de pequenos detalhes, conseguimos perceber se ela está bem ou não. Naquele dia, Britney estava visivelmente nervosa no final da apresentação, com um sorriso tenso no final, e que acabou transformando-se em um sorriso sincero de felicidade quando percebeu que deu tudo certo! Foi emocionante ver a felicidade dela e como ela estava linda.

Pedro Henrique Costa:

Foto: Pedro Henrique Costa
Foto: Pedro Henrique Costa

Eu tenho uma relação de muito amor com a Neide. Posso dizer que meu momento favorito, sem sombra de dúvidas, é o atual. Depois de tudo que já aconteceu, ela tá aí, linda, loira, magra e feliz.

Eu fiz uma viagem, neste ano, aos Estados Unidos com a família, e nós passaríamos por Las Vegas. Quando estávamos planejando tudo, eu fiquei extremamente animado com a possibilidade de vê-la de pertinho mais uma vez. Passagens compradas e hotéis reservados, eu fui atrás do ingresso. Foi quando descobri que iríamos embora da cidade numa sexta-feira de manhã, e ela retornaria da pausa nessa mesma sexta, só que pela noite. Eu não pensei duas vezes, comecei a dar meus pulos para alterar a passagem, tentei colocar mais uma diária no hotel, mas não deu.

Tive de procurar um hostel, ainda mais num fim de semana em que a cidade estaria lotada por conta de um festival… Por conta de toda a logística, ainda cheguei faltando 10 minutos para o show começar, morrendo de nervoso de perder alguma coisa. O ingresso foi o investimento mais caro da viagem toda, uma facada porque o dólar estava caríssimo. Mas, CADA centavinho valeu a pena! Vê-la de perto, dançando feliz e com uma energia que fazia tempo que não víamos, foi um momento muito especial… E eu faria tudo de novo!

Isabele Cipriano:

Foto: Kevin Mazur
Foto: Kevin Mazur

O meu momento preferido foi a sua apresentação no VMA 2001… Mas, no quesito história que mexeu comigo, foi o VMA 2007. Fiquei emocionada, porque naquele dia ela foi crucificada, o povo zombou dela, olhou torto na apresentação, e quando a vi entrar, percebendo que não estava indo muito bem, fiquei com uma pena. Ela tentou ser firme, mas não estava preparada ainda para aquele momento. Ainda assim, ela deu a cara tapa, mesmo sabendo que iria ser criticada pela forma física e por não dançar como a menina de “I’m a Slave 4 U”. Penso que a Brit nunca desistiu; mesmo em seu pior momento, ela arriscou dançar e se apresentar. Ela é digna de respeito por toda sua história.

Cláudio Jansen:

Olha, é bem difícil pensar um momento marcante na carreira da Britney, porque além dos anos de ouro de 98 a 2004, desde 2008 que a vida dela tem se tornado uma montanha russa de emoções. Mas, sendo fã há 12 anos e analisando bem a fundo, para muitos parecerá simples, mas um momento que marcou demais, para mim, foi a apresentação dela no Apple Music Festival neste ano.

As energias dela e dos fãs estavam incríveis, as performances maravilhosas, juntamente com os improvisos. Mas o que mais me emocionou nesse festival foi justamente na última música do show, “Till The World Ends”. Eu lembro que estava assistindo a transmissão pela internet e que comecei a chorar muito. O público cantando junto com ela fez passar um filme enorme em minha mente, desde a era “…Baby One More Time”, para “In The Zone”, “Blackout”, e o retorno triunfal de 2008 até os dias de hoje. Sempre costumo dizer que escolhi a melhor artista para ser fã nesse mundo! Tenho muito orgulho de ser B-Army!

Matheus Souza:

Bom, eu cresci junto da Britney. Era pequeno quando ela surgiu, mas minha irmã era muito fã desde que ela começou, então eu sempre a acompanhei e passei a vê-la como uma amiga. Quando ela lançou “Gimme More”, eu descobri que um amigo de escola também nutria esse sentimento por ela, e sofremos juntos durante o período que ela estava mal.

O momento mais marcante de sua carreira, para mim, foi quando ela começou a “Circus Tour”. No dia, eu e este meu amigo passamos a noite acordados acompanhando. Eram vídeos dos jornais locais falando de seu retorno, fotos em baixa qualidade saindo, mas ainda assim foi emocionante demais. Foi maravilhoso acompanhar a volta de sua força e vontade de viver. Chorei muito neste dia, pois foi o dia em que vi uma amiga ressurgindo, mesmo contra tudo e contra todos. Hoje, olhando pra trás, a tenho como exemplo de luta e perseverança. Ela carrega algo mágico consigo, algo que não se tem como explicar ou justificar. Britney é Britney, e nada mais pode definir.

Zé Zorzan:

Tornei-me fã da Britney no fim da era “Singles Collection” e início da “Femme Fatale”, um período turbulento, no qual as expectativas eram muito altas depois de um comeback perfeito como o que aconteceu na era “Circus”.

Em meio a tantas reclamações sobre como ela não dançava mais como antes e não era mais a mesma em 2011, a edição do Billboard Music Awards daquele ano foi muito importante para os fãs e para mim, pessoalmente, porque foi uma das primeiras premiações que eu pude acompanhar ao vivo e ficar na expectativa de uma performance.

Até o último minuto, ninguém sabia com certeza se Britney apareceria no palco com a Rihanna para acompanhá-la em “S&M”. Mas, sim, ela surgiu do chão do palco com aquelas orelhinhas icônicas e surpreendeu a todos como só ela sabe. Uma noite inesquecível para um fã recente, em que eu mal imaginava o quanto Britney ainda me surpreenderia daí para frente.

Fernando Matias:

Sempre que me perguntam qual o momento que eu mais gosto ou que mais mexe comigo em relação à carreira de Britney Spears, logo me vem no pensamento a performance épica de “I’m A Slave For You” no VMA 2001. Toda vez que assisto, nunca consigo me decidir o que mais me inspira, se é a música, a coreografia, o figurino, a coragem dela em desfilar com uma cobra ou o fogo e a ferocidade, a qual ela eleva ao extremo durante toda a performance.

Eu cresci querendo ser um bailarino da Britney – e sonho com isso até hoje. Eu amo suas músicas, amo suas coreografias e amo seu estilo. Ela é um ícone, uma lenda vida, e não existe um momento sequer em que ela não esteja presente no meu trabalho com a dança. Ela é uma das minhas maiores inspirações! Britney Spears, meu amor por você não tem fim!

Reginaldo Gonçalves Junior: 

Foto: Kevork Djansezian
Foto: Kevork Djansezian

A combinação Britney + MTV Video Music Awards sempre rendeu momentos icônicos para os fãs, mas certamente um dos mais marcantes, para mim, foi no VMA de 2008. Após anos turbulentos e a polêmica performance de “Gimme More” no VMA de 2007, Britney retornou à premiação em 2008. Porém, diferentemente do ano anterior, ela receberia 3 prêmios, sendo ‘Melhor Clipe Pop’, ‘Melhor Clipe Feminino’ e o prêmio mais cobiçado da noite, o de ‘Clipe do Ano’ por “Piece of Me”.

Vê-la sorridente com os astronautas de prata na mão me encheu de alegria. Aquele seria apenas o começo de um glorioso retorno da princesa do pop. Feliz aniversário, Neyde! It’s Britney Bitch! 😉

Jean Ferreira:

britney-vma-2008

Acompanho a carreira da Britney desde a era “In the Zone”, auge da sua carreira, com direito a uma colaboração com Madonna, e o tão famoso clipe de “Toxic”. Mas essa foi, também, a fase que antecedeu o seu conturbado momento físico e psicológico.

Com certeza, um dos momentos da sua carreira que mais me marcou foi o VMA de 2008. Em 2007, Britney teve o seu tão esperado retorno, e ficou marcada com a performance de “Gimme More”. Ali, todos pensaram que ela jamais seria a mesma. Porém, em 2008, Britney retornou ao VMA e foi a grande vencedora da noite, levando consigo 3 prêmios.

Naquele momento, Britney mostrou não só para os seus fãs, mas para todo o mundo, que é possível passar por qualquer adversidade da vida, e mesmo assim dar a volta por cima e retomar, mesmo que todos duvidem, o que é seu por direito: felicidade, auto confiança e respeito. And before you know it, it’s Britney Bitch!

Victória Siqueira:

Acompanho a carreira da Britney desde o comecinho e tenho a sensação que crescemos juntas. Por termos quase a mesma idade e termos uma personalidade parecida (seria o fato de sermos sagitarianas?), a sensação é de como se ela fosse uma amiga.

Todas as eras representam algo para mim, e por isso, é difícil eleger uma favorita. Acho que a mais marcante foi a “Blackout”, não só pelo meltdown, mas principalmente por ela ter se rebelado de algo que não a fazia bem, por ter quebrado uma redoma de intocável. O álbum é uma consequência disso: uma Britney experimental, visionária, ousada e talentosa. Amo forte!

Djalma Santana:

Hoje é aniversário da diva suprema, rainha das trans, viada, sapatão, Britney Spears. Para alguns pode ser apenas mais uma data, mas para mim é mais do que isso: é mais um ano junto, 9º aniversário em que posso comemorar e gritar para todos escutarem que a minha BRITNEY TÁ MAIS DO QUE VIVA.

Ela que, apenas com sua música e carisma, ajudou-me em momentos tristes, fases de superação, preenchendo o vazio com sua música, é uma diva que teve papel muito importante na minha própria aceitação como gay, na construção da minha autoestima. Britney faz parte de quem eu sou, e agradeço muito a ela.

E só quem é fã (independente da cantorx) sabe que o que eu digo é verdade. E  neste ano, ela lançou um álbum tão perfeito e maduro como o “Glory”, e no dia 18 de novembro lançou o clipe de “Slumber Party”, divando e balançando a raba como só ela sabe fazer, despertando um fulgor tão grande em mim, deixando-me tão feliz, mas tão feliz, que desde o seu lançamento não teve um dia sequer que não o tenha visto. E, hoje, só quero lhe desejar muito obrigado e um feliz aniversário, porque você merece, por sua felicidade e por tudo o que nós conquistamos.

Vinícius Roesler:

Britney Jean Spears: uma artista, uma estrela, uma lenda, a princesa do pop, um ser humano incrível. Estes são apenas alguns dos adjetivos que podem ser atribuídos a uma das mulheres mais influentes deste século.

Há cinco anos, Britney anunciou sua “Femme Fatale Tour”, turnê esta que teria passagem pelo Brasil. Pode não ter sido o momento mais brilhante de sua carreira, porém, foi o mais especial de todos para mim, um de seus muitos fãs. Não é possível descrever em palavras a sensação de ter presenciado Britney a apenas alguns metros de distância.

Mesmo sendo tamanha hipérbole, naquela noite, lembro-me de ter tido a sensação de que ela simplesmente não parecia ser deste planeta, e sim um ser evoluído, superior a nós, meros humanos. Esta é a lembrança mais bonita e marcante que tenho em relação à princesa do pop. Feliz aniversário, Britney, e de todo coração, muito obrigado por ser quem é.

Felipe Edoardo:

Sou fã da Britney desde “Baby One More Time” e, apesar de sua carreira ter momentos em que não segui tão de perto, ela é uma artista que sempre gosto de acompanhar. Acho que acima de tudo, eu a admiro por sua resiliência – a Britney é uma pessoa que passou por problemas que a grande maioria de nós não pode nem imaginar, e encontrou um caminho para ser feliz à sua maneira.

Ver o amadurecimento musical que ela demonstra em “Glory” me dá orgulho de ser fã há todos esses anos, e acho que todos nós podemos aprender com esse tipo de trajetória. Então, desejo à Britney um feliz aniversário e meus parabéns, não só pela artista que ela é, mas pela pessoa que ela se tornou.

Lucas Fogaça:

Eu tenho muito carinho pelo “Femme Fatale”. Apesar de conhecê-la desde 2007, o sétimo álbum da Britney foi o primeiro que eu acompanhei desde a etapa zero, onde cada rumor de gravação fazia os fãs pensarem sobre o estilo a ser seguido e cada teaser nos deixava loucos de curiosidade. No final, a era toda foi melhor do que esperávamos. 17 músicas incríveis, 3 singles que bateram diversos recordes, 4 clipes bem produzidos, 1 turnê mundial que passou pelo Brasil, DVD, tributo no VMA, diversos ensaios fotográficos maravilhosos…

Passei muitas horas na comunidade de fãs no Orkut surtando com cada novidade. Organizamos mutirões de votação em prêmios, divulgamos os singles nas rádios, ficamos até de madrugada esperando o primeiro show da turnê, enlouquecidos com as fotos que eram postadas. Com o “Femme Fatale”, Britney me ensinou como é gostoso ser fã de alguém e ser recompensado pelo seu trabalho – e até hoje me enche de orgulho ao fazer o que faz de melhor: subir num palco e entreter o mundo.

Cícero Bernar:

Britney sempre foi uma inspiração para mim, seja na sua arte ou no seu jeito de ser. Acompanho a carreira da princesa do pop desde criança, e um dos momentos que mais me marcou na sua história foi, definitivamente, o seu retorno, em março de 2009, aos palcos.

Depois de dois anos turbulentos em sua vida pessoal e profissional, Britney voltou a brilhar e estar no centro das atenções. Eu, como fã, estava temeroso pelo o que poderia acontecer com ela, mas graças à garra dessa mulher, ela superou os seus problemas e voltou como uma fênix das cinzas. Isso me inspira sempre a tentar superar as dificuldades que aparecem na minha vida, e é por isso que esse é o momento que me marca na carreira dela até hoje.

Bárbara Marto:

O momento mais especial da carreira da Britney para mim, sem dúvidas, foi a era de “Femme Fatale”. Ela estava recuperada, definitivamente, e mais criativa do que nunca. Em “Femme Fatale”, Britney não era só minha artista favorita e, sim, quem mais me influenciava. Ela me ensinou a dar a volta por cima, a ser dona do meu próprio destino e principalmente a descobrir toda fêmea fatal que havia em mim. Sempre atribuirei a ela o motivo de eu ter me empoderado tão cedo. Britney Spears sempre será meu maior exemplo de como ser uma mulher bem sucedida.

Adauto Luiz Carrino:

Quando Britney lançou o clipe de “Toxic”, eu já gostava de suas músicas e tinha certa atenção pela mesma. Porém, nesse momento, eu estava passando por algumas coisas que, com o despertar do clipe, fizeram-me ter outra visão em relação à sua criação, dinamismo e desenvoltura com a qual ela apresentava a música. Confesso que me encheram os olhos e vontade de, cada vez mais, pesquisar e trabalhar nos contextos midiáticos/audiovisuais, em relação à produção das músicas, vídeos e afins.

Em outro aspecto, apesar de muitos fãs destacaram performances, um dos momentos que me marcou, foi quando foi anunciado na TV, propriamente no plantão da Globo, que Britney estava sem controle e sendo internada para um possível tratamento. A partir deste momento, enxerguei uma Britney acuada, repleta de sentimentos, prisioneira do sucesso e das aparências. Fiquei triste e agoniado por ver uma pessoa tão amada e não poder estar perto para ajudar. Orei muito para não perdê-la. Nesse compasso Britney demonstrou que todos nós somos iguais e merecemos ter seu espaço, respeito e compaixão.

Maycon Willian:

Ser fã de Britney Spears é como dormir na praia com um amanhecer alaranjado, é como tropeçar e rir de você mesmo, é sentir a lágrima acompanhada de um sorriso, é como sentir aquela abraço da pessoa apaixonada, o cheiro da comida da avó, é como viajar cantando no carro, é como abrir aquele presente surpresa, é como cheirar um livro novo, é como achar a roupa certa na loja, é chorar assistindo filme, é como cantar no chuveiro, é como a sensação das águas no mar tocando seus dedos, é como se decepcionar no amor, como pular de para quedas, como sentir a brisa do ar em um dia de calor, é como dormir na chuva, é saber que meu ídolo é uma pessoa linda, com uma alma fora do comum, humilde, sincera, bondosa, uma mãe a se espelhar, uma artista a se admirar.

Se ela estivesse presente nos dicionários, você poderia encontra-la apenas pesquisando a palavra Dopamina.

Drielen Moreira:

britney-spears-vma-2007

Meu amor por ela começou quando eu tinha 7 anos e, desde então, acompanho os melhores e os mais difíceis passos vividos nessa vasta caminhada de sucesso. Entre todos os momentos marcantes, o que mais tenho carinho ao lembrar foi o VMA 2007, quando vi o retorno da Britney à TV aberta, depois de toda a turbulência exposta na sua vida. Ela resolveu apresentar a música de trabalho daquele ano, “Gimme More”.

Naquela época, a mídia trouxe uma enxurrada de críticas pela sua desenvoltura e figurino, porém, tive muito orgulho e me disparei a chorar ao vê-la encarar o mundo, mesmo não sendo, talvez, o momento ideal, por não ter a mesma segurança em palco como antes. Mas ela demonstrou que tinha disposição e vontade de ser uma Princesa do Pop melhor do que nunca.

Yhury Nukui:

E se Britney Spears tivesse tido seu colapso na era do Twitter? Em tempos onde haters reinam na internet, enxergada por eles como terra de ninguém, certamente o ódio a teria matado. Parece hiperbólico pensar dessa forma. Como fã, é bem triste ter que admitir algo assim e sentir que, no fundo, é uma grande verdade.

Massacrada em 2007, seu retorno foi tido como algo impossível de acontecer e o seu fim era dado como certo. Transformou-se em piada para a indústria. Nós dormíamos naquele ano com medo de que acordássemos com a notícia de que ela não estaria mais entre nós. Nós a vimos perder os filhos, o respeito e a lucidez, vivendo dopada por remédios por anos. Mas Britney permitiu-se ser ajudada. Buscou se reerguer, em busca de tudo que havia perdido, para ter (hoje) a vida que sempre sonhou. O VMA 2016 ilustra bem sua redenção.

Quase 10 anos depois da desastrosa – porém icônica – apresentação de “Gimme More”, Spears retornou ao palco que foi o começo de sua ruína. E por 1 minuto, enfrentou aquilo tudo sozinha. Sem qualquer apoio de seu balé. Britney se mostrou forte, confiante e, como há muito tempo não víamos, cientes de seu espaço e importância. Suas canções transpassaram gerações e tornaram-se referência para boa parte dos artistas que fazem sucesso hoje. Sua contribuição histórica é inegavelmente importante. E pela primeira vez em 10 anos, nós dormimos tranquilos – e muito, muito felizes.

Obrigado por mudar a minha vida, Britney.