Beyoncé quer ver mulheres se formando: cantora anuncia bolsas de estudo para universidades americanas

Beyoncé quer ver mulheres se formando: cantora anuncia bolsas de estudo para universidades americanas

Há um ano, Beyoncé lançava “Lemonade”, seu sexto álbum de estúdio e ganhador de dois prêmios Grammy. Trata-se de um disco com músicas e imagens poderosas, feito para inspirar mulheres negras no mundo todo. E em celebração ao aniversário de seu aclamado trabalho, a cantora anunciou hoje (25) bolsas de estudo para mulheres que “não têm medo de pensar fora da caixa e que são ousadas, criativas, conscientes e confiantes”.

Chamado de “Formation Scholars” o programa contemplará quatro garotas, as quais devem estar começando, ou estejam ou que já tenham concluído uma faculdade, e que tenham interesse em artes criativas, música, literatura ou estudos afro-americanos. Será uma bolsa de estudo para cada uma das quatro escolas a seguir: a Faculdade de Música de Berklee, a Universidade Howard, a Escola Parsons de Design e a Universidade Spelman.

As candidatas devem buscar mais informações nos sites das instituições de ensino.

Essa é mais uma ação positiva que Queen Bey toma ao longo desses últimos 365 dias. Além das bolsas de estudo para mulheres, a artista denunciou a violência policial contra a população negra no clipe de “Formation” e em seu site oficial, pedindo ao público que cobrasse os políticos no poder legislativo para que combatam de maneira efetiva a injustiça social e a “guerra contra pessoas de cor e todas as minorias”. Ela manteve-se firme nessa posição ao mostrar algumas mães de jovens negros mortos pela polícia no filme do disco “Lemonade”, e ao levá-las ao VMA no ano ano passado.

“Esta é uma luta humana. Não importa sua raça, gênero ou orientação sexual. Esta é uma luta por qualquer um que se sente marginalizado, que está lutando por liberdade e direitos humanos”, disse Beyoncé.

Não só isso, a voz de “Hold Up” se manifestou pelas mulheres negras, cantando sobre suas alegrias e dores em seu mais recente disco, o qual, infelizmente, foi pouco reconhecido no Grammy Awards 2017. Mas se de algo vale, é que a cantora tem feito muito pelas mulheres e negros, empoderando-os e levando-os, literalmente, para a formação.


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