“Afrobapho Squad” é um grupo de super-heróis LGBT que você precisa conhecer

“Afrobapho Squad” é um grupo de super-heróis LGBT que você precisa conhecer

Seja nos quadrinhos, na televisão ou no cinema, histórias de super-heróis existem aos montes. Contudo, quando pensamos em heróis LGBT, é muito difícil acharmos um, especialmente se analisarmos quem são os personagens em seriados e filmes. Mas de um modo geral, a quantidade ainda é baixa, e quando procuramos por super-heróis negros LGBT, a busca fica ainda mais difícil.

Mas nada tema, para preencher essa lacuna, está o “Afrobapho Squad”, um grupo que “combate o racismo, a LGBTfobia e outras opressões no cotidiano da metrópole de Salvador”, como diz a descrição do ensaio feito por Edgar Azevedo. Os modelos são Alan Costa, Carolina Neves, Diih Cerqueira, Isabela Cerqueira,Gabriel Nascimento, Cleidson Santana, Ah Teodoro e Rogério Teodoro.

Cada um possui um poder diferente, como você confere a seguir:

NeonBeesha: “É a líder do grupo. Sua especialidade está na telepatia e no domínio da natureza, através das cores de sua fumaça”.

Splashh: “É a monstra alienígena do grupo. Guerrilheira do close, utiliza um estilingue para arremessar gomas de chiclete explosivos”.

Ovelha Negra: “É a ‘miseravona’ do grupo. Corajosa, destemida e poderosa, tem um grande poder concentrado no seu bastão, capaz de destruir os mais rígidos materiais”.

Hurricane Oran: “É a explosiva do grupo. Domina todos os movimentos de bate trança, dando origem a grandes furacões”.

LadyBag: “É a carismática do grupo. Muito madame closeira, não sai de casa sem sua bolsa poderosa. Através de fortes arremessos, a bolsa ganha um alto teor explosivo”.

Pink Flash: “É o caçula do grupo. Sua especialidade está na agilidade e velocidade. Consegue ser mais rápido que a velocidade da luz”.

Tiger: “É o grandão da turma. Seu corpo é totalmente envolvido por aço, o que garante uma força incrível em seus braços e pernas”.

As imagens foram postadas na página do coletivo Afrobapho, que visa dar visibilidade às “vozes marginalizadas na intersecção entre raça, gêneros e sexualidades, numa perspectiva de luta dos negros”. Em fevereiro deste ano, inspirados por Beyoncé e o clipe “Formation”, o grupo realizou um ensaio para protestar contra o genocídio da população negra no Brasil. O nome é uma tradução do conhecido movimento americano “Black Lives Matter”, ou “Vidas Negras Importam”.